Estou cansada. Cansada de palavras ditas da boca pra fora.
É sempre assim. Que raiva. Que alegria. Nao sei.
Eu quero você. Sonho com isso. Quero te olhar nos olhos e me ver lá dentro da sua alma.
Eu não queria. Me iludi? Talvez seja utopia. É o que mais vejo por ae.
Não quero um amor inventado. Quero um amor real. Eu disse cara, eu quero você.
Mas acho que disse pra mim mesma e não pra você.
Talvez, se me desse uma oportunidade. É isso o que falta.
Mas talvez eu esteja me enganando.
Eu gosto de você. Mas você não liga pra mim.
Hey, psiu, preste atenção. Eu penso em você todos os dias.
Penso no seu sorriso lindo. Penso no brilho dos seus olhos. Penso no seu jeito.
Droga garota. Acorda. Viva a realidade. Se ele quizer você ele vai procurá-la.
Enquanto isso, seja você mesma.
LCR.
domingo, 27 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Preste atenção ao que você lê...
Hoje recebi o e-mail abaixo. Gostaria que prestassem atenção no que a gente lê por ae e "acha que está certo". Não pude deixar de comentar.
"Uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo. Um dia.
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK? Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . .
"Você nasce sem pedir e morre sem querer. Aproveite o intervalo."
Autora: Danuza Leão"
Ah! A pessoa que escreveu esse texto é reflexo das pessoas da mentalidade atual e somente expressou prazeres individuais, o que é a marca do capitalismo. Não posso deixar de falar também que, provavelmente, esta pessoa não deve ser cristã. Ou ainda, ela somente se expressou mal e escolheu exemplos no lugar errado.
Sim, concordo com a linha de raciocínio que ela teve. Hoje, a vida é marcada por meios prazeres, meias porções e meias aventuras, o que é reflexo da caminhada do mundo antigo ao mundo moderno. O que cabe a nós, é aproveitar cada segundo da melhor maneira possível sem afetar o nosso próximo.
Se fossemos fazer o que a autora do texto nos recomenda, talvez o mundo acabaria amanhã. Só vivemos “pela metade” hoje devido ao fato da trajetória que o capitalismo e a tecnologia vem descarregando no mundo global. E por isso, para suprir a nossa própria sobrevivência, não que o termo seja “viver pela metade” mas sim substituo por “colher pouco a pouco o que, você e eu, plantamos e estamos plantando”.
E digo mais, tem pessoas que nós nem lembramos no dia a dia, que não vivem nem 1/1000000000000000000000000000000 quanto mais pela ½.
“Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil')”. Mais um pensamento fútil nos tempos modernos. Será que não pensamos nas DST’s?? Será que não sabemos juntar Amor e Sexo?? Por que tem que ser separado?? Para que você possa usar o seu corpo ao seu insano prazer?? A questão não é ser rotulada de ‘fácil’ mas sim deixar de valorizar o seu corpo.
“Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta... podemos (devemos?) desejar a água batendo sem pressa no corpo” Até quando vai demorar pra chegar a nossa consciência?? Na verdade, não é nem a consciência, mas sim um espírito coletivo. Será que você pensa no seu filho?? Como já conhecemos uma celebre frase: “Pensamos em deixar um mundo melhor para nossos filhos, mas quando é que pensaremos em deixar filhos melhores para o mundo?”
“Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...”. Sim, ele disse. Mas caso sabem em que circunstância da vida ele passou pra dizer tal coisa?? Vejamos o que Frei Raniero Cantalamessa escreveu sobre esta mesma frase que foi expressa de maneira aleatória: “Lamentavelmente, sobre um ponto, talvez não premeditado, o comediante lançou uma mensagem que poderia ser muito perigosa para os jovens e que é preciso retificar. Para apoiar seu convite a não ter medo das paixões, a experimentar a força do amor também em seu aspecto carnal, citou uma frase de Agostinho, que diz: ‘Dai-me a castidade e a continência, mas não agora’. Como se antes fosse preciso provar de tudo e depois, talvez já idosos, quando isso não custa esforço, praticar a castidade. O comediante não disse até que ponto Agostinho teve de se arrepender depois de ter feito, sendo jovem, aquela pregação, e quantas lágrimas lhe custou arrancar-se da escravidão à qual havia se entregado. Não recordou a oração com a que o santo substituiu a outra, uma vez reconquistada a liberdade: ‘Tu me mandas que seja casto; pois bem: dai-me o que me pedes e pede-me o que quiseres’.” Texto retirado de: http://www.rccbrasil.org.br/jovem/nossas-formacoes/24-relacionamento-comigo-mesmo/216-senhor-dai-me-castidade-e-continencia.html.
“Um dia a gente cria juízo. Um dia.”
“Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . .”. Pois é... e eu te digo quando?? QUANDO MATARMOS TODO MUNDO E ESTIVERMOS PARA MORRER??
“Nós, que não aspiramos à santidade”. É, talvez a autora tenha escrito para esse tipo de público, que infelizmente, acho que é a maioria. Por que a santidade não se refere somente as pessoas que receberam este título, mas pessoas que buscam um diferencial baseados na justiça e no amor a exemplo do único santo: Emanuel, mais conhecido como Jesus Cristo. Me diga quem quer seguir por caminhos difíceis e estreitos?? Quase ninguém, suponho. Pois então, te digo que este caminho quem oferece é Jesus Cristo. Nossa, acho que piorou então, não é? Seguir a Cristo é renunciar a si mesmo, tomar a sua cruz, e segui-Lo. Aí amigos, pode ter certeza que vocês não estarão vivendo pela ½ como se pensa e ainda digo que estarão fazendo por quem não vive nem 1/1000000000000000000000000000000.
LCR
.
"Uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo. Um dia.
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK? Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . .
"Você nasce sem pedir e morre sem querer. Aproveite o intervalo."
Autora: Danuza Leão"
Ah! A pessoa que escreveu esse texto é reflexo das pessoas da mentalidade atual e somente expressou prazeres individuais, o que é a marca do capitalismo. Não posso deixar de falar também que, provavelmente, esta pessoa não deve ser cristã. Ou ainda, ela somente se expressou mal e escolheu exemplos no lugar errado.
Sim, concordo com a linha de raciocínio que ela teve. Hoje, a vida é marcada por meios prazeres, meias porções e meias aventuras, o que é reflexo da caminhada do mundo antigo ao mundo moderno. O que cabe a nós, é aproveitar cada segundo da melhor maneira possível sem afetar o nosso próximo.
Se fossemos fazer o que a autora do texto nos recomenda, talvez o mundo acabaria amanhã. Só vivemos “pela metade” hoje devido ao fato da trajetória que o capitalismo e a tecnologia vem descarregando no mundo global. E por isso, para suprir a nossa própria sobrevivência, não que o termo seja “viver pela metade” mas sim substituo por “colher pouco a pouco o que, você e eu, plantamos e estamos plantando”.
E digo mais, tem pessoas que nós nem lembramos no dia a dia, que não vivem nem 1/1000000000000000000000000000000 quanto mais pela ½.
“Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil')”. Mais um pensamento fútil nos tempos modernos. Será que não pensamos nas DST’s?? Será que não sabemos juntar Amor e Sexo?? Por que tem que ser separado?? Para que você possa usar o seu corpo ao seu insano prazer?? A questão não é ser rotulada de ‘fácil’ mas sim deixar de valorizar o seu corpo.
“Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta... podemos (devemos?) desejar a água batendo sem pressa no corpo” Até quando vai demorar pra chegar a nossa consciência?? Na verdade, não é nem a consciência, mas sim um espírito coletivo. Será que você pensa no seu filho?? Como já conhecemos uma celebre frase: “Pensamos em deixar um mundo melhor para nossos filhos, mas quando é que pensaremos em deixar filhos melhores para o mundo?”
“Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...”. Sim, ele disse. Mas caso sabem em que circunstância da vida ele passou pra dizer tal coisa?? Vejamos o que Frei Raniero Cantalamessa escreveu sobre esta mesma frase que foi expressa de maneira aleatória: “Lamentavelmente, sobre um ponto, talvez não premeditado, o comediante lançou uma mensagem que poderia ser muito perigosa para os jovens e que é preciso retificar. Para apoiar seu convite a não ter medo das paixões, a experimentar a força do amor também em seu aspecto carnal, citou uma frase de Agostinho, que diz: ‘Dai-me a castidade e a continência, mas não agora’. Como se antes fosse preciso provar de tudo e depois, talvez já idosos, quando isso não custa esforço, praticar a castidade. O comediante não disse até que ponto Agostinho teve de se arrepender depois de ter feito, sendo jovem, aquela pregação, e quantas lágrimas lhe custou arrancar-se da escravidão à qual havia se entregado. Não recordou a oração com a que o santo substituiu a outra, uma vez reconquistada a liberdade: ‘Tu me mandas que seja casto; pois bem: dai-me o que me pedes e pede-me o que quiseres’.” Texto retirado de: http://www.rccbrasil.org.br/jovem/nossas-formacoes/24-relacionamento-comigo-mesmo/216-senhor-dai-me-castidade-e-continencia.html.
“Um dia a gente cria juízo. Um dia.”
“Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . .”. Pois é... e eu te digo quando?? QUANDO MATARMOS TODO MUNDO E ESTIVERMOS PARA MORRER??
“Nós, que não aspiramos à santidade”. É, talvez a autora tenha escrito para esse tipo de público, que infelizmente, acho que é a maioria. Por que a santidade não se refere somente as pessoas que receberam este título, mas pessoas que buscam um diferencial baseados na justiça e no amor a exemplo do único santo: Emanuel, mais conhecido como Jesus Cristo. Me diga quem quer seguir por caminhos difíceis e estreitos?? Quase ninguém, suponho. Pois então, te digo que este caminho quem oferece é Jesus Cristo. Nossa, acho que piorou então, não é? Seguir a Cristo é renunciar a si mesmo, tomar a sua cruz, e segui-Lo. Aí amigos, pode ter certeza que vocês não estarão vivendo pela ½ como se pensa e ainda digo que estarão fazendo por quem não vive nem 1/1000000000000000000000000000000.
LCR
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Foi Deus Quem Fez Você
~ humm... 22 dias para Itaúnas....
~ PS.: Desconsiderem o final do vídeo.... rsrs
Bjs
~ PS.: Desconsiderem o final do vídeo.... rsrs
Bjs
domingo, 13 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
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